Símbolo criado em 1931 ganha nova interpretação na primavera verão 2026 e amplia universo com brincos e pingentes

O icônico Cabochon da Lalique inicia um novo capítulo em sua história quase centenária ao ser reinterpretado para a coleção primavera verão 2026. Criado em 1931 por René Lalique a pedido de sua neta que desejava o anel azul mais bonito do mundo, o modelo tornou se um dos maiores símbolos da maison francesa. Agora, mantendo a forma perfeitamente arredondada e a simplicidade absoluta que definiram sua identidade, o Cabochon ressurge em 19 cores que transitam da suavidade translúcida a tonalidades intensas e vibrantes, reafirmando a força atemporal do cristal como elemento central.



A nova coleção preserva o protagonismo do anel, cuja silhueta em cúpula sem ornamentos captura e difunde a luz de maneira delicada, transformando cada movimento das mãos em um jogo sutil de reflexos. Escultural e ao mesmo tempo leve, a peça mantém presença marcante na ponta dos dedos, equilibrando volume e elegância com naturalidade. A proposta amplia o universo do ícone ao apresentar também brincos e pingentes inéditos. Os brincos combinam suavidade e impacto visual em proporções harmoniosas que envolvem o rosto com delicadeza, enquanto o pingente surge como uma gota de cristal suspensa sobre o colo, com corrente ajustável que permite diferentes comprimentos e composições.


Sob direção artística de Marc Larminaux e do estúdio criativo da Lalique, a releitura reafirma a filosofia da casa de criar não o efêmero, mas o simbólico. Quase um século após seu nascimento, o Cabochon retorna como expressão de elegância, feminilidade e modernidade duradoura, provando que a beleza do cristal pode transcender o tempo e continuar dialogando com o estilo contemporâneo sem perder a memória de sua própria história.






